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A FEPAI é uma ONG que nasceu com objetivo em conseguir empregos para os jovens. A FEPAI também fará trabalhos sociais e em defesa do meio ambiente visando o bem estar social de famílias de baixa renda interagindo com a responsabilidade ambiental por meio da educação ambiental e práticas sustentáveis.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

A seca começou para valer em Brasília

A seca começou para valer em BrasíliaNa tarde de ontem, a capital registrou taxa de 9% de umidade relativa do ar. Segundo a meteorologia, índices devem continuar baixos, assim como as temperaturas

Publicação: 23/06/2010 06:51 Atualização: 23/06/2010 06:53
O período de seca começou para valer em Brasília. Na tarde de ontem, segundo a Climatempo, a umidade relativa do ar nas imediações do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek chegou a 9%. O Instituto Nacional de Meteorologia (InMet) apurou índices mais altos na região central da cidade: 19%. As massas de ar seco que pairam sobre a região Centro-Oeste dificultam a formação de nuvens e causam a queda das temperaturas durante a madrugada. Com isso, a névoa seca se forma, fazendo com que o sol nasça na capital em meio a um céu branco e acinzentado, como ocorreu na manhã de ontem.

 - (Monique Renne/CB/D.A Press)
O meteorologista Marcelo Pinheiro explica que o fenômeno é comum nessa época do ano. “A pouca umidade da atmosfera faz as partículas de água se condensarem, ou seja, ficarem muito próximas umas das outras. É quase como a formação de uma nuvem, só que mais próxima do solo”, detalha o especialista da Climatempo. Marcelo acrescenta que a névoa seca observada na manhã de ontem deixa o horizonte embaçado, mas permite uma visibilidade de mais de 1km de distância. “Quando o valor é menor que isso, chamamos de nevoeiro ou neblina”, ressalta.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

FEPAI visita acampamento de índios na esplanada dos ministérios

Nesse sábado dia 05-06-2010, representantes da FEPAI esteve na Esplanada dos Ministérios em visita ao acampamento de indígenas que fica em frente ao ministério da justiça.

O acampamento é uma manifestação para solicitar a revogação do Decreto Presidencial 7.056/09 - que extingue 40 administrações regionais, 337 polos indígenas e substitui antigos servidores da Fundação Nacional do Índio (Funai). Ao todo, 15 administrações serão fechadas ou reestruturadas em diversos estados do país. Entre elas, a da Paraíba e a do Recife. Os índios ainda querem a destituição do cargo do presidente da fundação, Márcio Meira.


Cantando e dançando, os índios não demonstram intenção de sair do local. Um dos líderes dos manifestantes disse que uma tradição milenar os impede de deixar o acampamento: uma menina de 12 anos teve a sua primeira menstruação e, segundo o índio, deve ficar isolada por pelo menos sete dias.


Pela tradição dos guajajaras, o local onde a menina de seu grupo manifesta a menarca se torna sagrado. Baseada nos artigos 231 e 232 da Constituição Federal — segundo os quais reconhecem costumes, línguas, crenças e tradições indígenas —, a advogada Karla pediu que a juíza federal Maria Cecília revogasse a liminar. O instrumento jurídico ordenava que os indígenas deveriam manter uma distância mínima de 1km e não poderiam impedir o funcionamento das atividades do Ministério da Justiça. Karla Pinhel, que diz trabalhar de forma voluntária para os indígenas, foi informada pelo Correio da decisão da juíza. “Ainda não estou sabendo. Acabamos de sair de lá (6ª Vara do DF). Havia uma grande pressão da Polícia Federal, que possuía integrantes dentro do gabinete da juíza, para eles desocuparem a Esplanada.”


quarta-feira, 9 de junho de 2010

Doenças erradicadas no passado em várias parte do mundo voltam a assustar a humanidade

Nos últimos meses, a China tem sido obrigada a conviver com um velho fantasma. A volta da temível sífilis, que foi praticamente erradicada há mais de 50 anos, com a descoberta da penicilina, atualmente é a doença sexualmente transmissível mais comum em Xangai. A cada uma hora, nasce um bebê com a doença naquele país. O mal de Chagas, moléstia endêmica de países latino-americanos, avança e atinge a Europa e os Estados Unidos.

Emissão de carbono da China cresce 9% em 2009, e cai no resto do mundo


Liberação de CO2 de combustível fóssil chegou a 7,52 bilhões de toneladas.
Total global caiu pela 1ª vez desde 1998, por causa da recessão.


Dados divulgados nesta quarta-feira (9) mostraram que as emissões chinesas de dióxido de carbono pelo uso de combustíveis fósseis subiram 9% em 2009, contrariando a tendência global de queda, o que deve aumentar a pressão sobre Pequim nas negociações climáticas da ONU.
As emissões chinesas de CO2 derivados de combustíveis fósseis chegaram a 7,52 bilhões de toneladas no ano passado. Já o total global registrou a primeira queda desde 1998, por causa da contração na produção industrial e no consumo de combustíveis, causada pela recessão mundial, segundo dados da empresa BP.

Cinco córregos do DF estão em situação crítica




Em estudo de mestrado da Universidade de Brasília, pesquisador analisa os níveis de poluição de 11 dos 26 pontos de captação de água utilizados pela Caesb na região




Além de causar danos ambientais irreversíveis, a ocupação desordenada do solo compromete a captação de água para o abastecimento da população. A expansão urbana reduz o volume dos córregos e a poluição da água faz com que o governo tenha que investir muito mais para tratá-la e distribuí-la até a torneira das casas. A preocupação de ambientalistas é que a qualidade desses mananciais não para de cair. Uma pesquisa do Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (UnB) mostra que 45% das microbacias analisadas estão em situação preocupante. Todas elas são usadas como pontos de captação de água pela Companhia de Saneamento Ambiental de Brasília (Caesb).


Córrego Cachoeirinha, localizado próximo ao Itapoã, é um dos mais poluídos: a qualidade da água despencou na última década, em razão do surgimento da cidade - (Kleber Lima/CB/D.A Press )
Córrego Cachoeirinha, localizado próximo ao Itapoã, é um dos mais poluídos: a qualidade da água despencou na última década, em razão do surgimento da cidade
Durante o estudo de mestrado, 11 córregos foram visitados — uma amostra dos 26 pontos de captação no Distrito Federal. Cinco tinham Índice de Sustentabilidade de Bacias Hidrográficas (ISBH) abaixo do recomendável. Esse indicador leva em consideração vários aspectos, como a qualidade da água, a situação socioeconômica da região onde está o manancial e as políticas públicas para a manutenção da bacia. Cada um desses fatores recebe nota de 0 a 1 e, ao fim, é calculado o índice.